O projeto começa pela portaria
A portaria concentra o maior valor probatório do condomínio: é onde se registra quem entrou, com quem, em qual veículo e a que horas. Um bom projeto usa pelo menos duas câmeras nesse ponto, uma com enquadramento fechado no rosto de quem se aproxima do interfone e outra aberta cobrindo o vão do portão de veículos. A partir daí o sistema se estende para garagem, hall social, hall de serviço, elevadores, salão de festas e o perímetro do muro.
Obra que não vira transtorno para o morador
Trabalhamos com cronograma acordado com síndico e zeladoria: elevador social liberado nos horários de pico, prumadas usadas fora do horário de silêncio, sinalização das áreas em obra e limpeza ao fim de cada dia. Em condomínio, o incômodo da instalação é lembrado por muito mais tempo que o preço, e é isso que gera reclamação em assembleia.
Quem acessa as imagens e como
Definimos junto com a administração quem tem acesso ao quê. O padrão que mais funciona: porteiro com visualização ao vivo apenas, zelador com acesso ao histórico das áreas de serviço e síndico com acesso completo e permissão de exportação, sempre com registro de quem consultou. Isso protege o condomínio de uso indevido das imagens e protege o síndico de acusação futura.
Documentação para a assembleia
Entregamos o orçamento em formato que o síndico consegue apresentar: planta com a posição de cada câmera, justificativa por área, especificação de equipamento, prazo de obra e custo de manutenção anual. Quando há concorrência entre propostas, esse material costuma ser o que dá segurança ao condômino para aprovar.
Para quem é este serviço
- Condomínios residenciais verticais e horizontais
- Prédios comerciais e salas de escritório
- Vilas e conjuntos fechados
- Administradoras com carteira de imóveis na região